segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Afinal, o que é indisciplina?

Bom, o significado de indisciplina pode ser associado a falta de respeito as regras, a negação as normas ou até mesmo mal comportamento que compromete a vida social. Mas o que mais caracteriza esta palavra é quando imaginamos o ambiente escolar.
As manifestações de indisciplina, muitas vezes, podem ser vistas como uma forma de se mostrar para o mundo, mostrar sua existência, em muitos casos o aluno tem somente a intenção de ser ouvido por alguém, então para muitos alunos indisciplinados a rebeldia é uma forma de expressão. 
Muitas escolas não oferecem espaços adequados para a prática de esportes, para brincar ou correr nos intervalos. Diante disso, o espaço escolar fica limitado somente à sala de aula, como crianças e adolescentes detêm muita energia, a falta de locais para “gastar” essa energia conduz à indisciplina. 
Outro aspecto de grande relevância é a família, problemas de diversas ordens podem acarretar na indisciplina escolar, talvez esse aluno conviva em um lar desestruturado onde os pais não se respeitam e assim reproduzem o que presencia em casa na escola. 


quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Síntese Indisciplina - Arian

Ao trabalhar este assunto em sala de aula, pode-se refletir melhor a respeito da "indisciplina", mas afinal, o que é indisciplina?
Pode-se entender indisciplina como a violação de determinadas regras pré estabelecidas por um meio, ela esta presente nos mais variados ambientes sociais. 
O ambiente escolar foi o foco de nossos estudos sobre a indisciplina, onde procurou-se entender melhor suas causas, foram observadas situações onde houve indisciplina em algum ambiente escolar, analisando-se qual seria a melhor atitude a ser tomada pela escola e pelo professor.
Nos dias atuais ela é um desafio para os educadores, pois acaba se tornando uma  barreira no processo de ensino e aprendizagem, lembrando que o professor "ter o controle" da turma não significa que ele deve ser autoritário, pois o papel do docente é instigar o senso crítico dos alunos, estimulando eles a pensar, prezando pela formação de cidadãos.
Em suma, a indisciplina sempre estará presente no ambiente escolar, cabe a cada um de nós manter a postura, e como bons profissionais, não deixar que ela atrapalhe a relação de ensino e aprendizagem, devemos sempre zelar pelo respeito ao próximo.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

PERGUNTA:É possível notar em diversas literaturas uma posição não muito favorável às praticas pedagógicas diretivas, no entanto é mais comumente usada na realidade brasileira; Na sua opinião, existe algo positivo a essa (prática) sistema de ensino?
De fato, as práticas pedagógicas diretivas em várias referencias não são consideradas uma pratica muito favorável, pois nesse contexto educacional o processo de educação que deveria envolver professor-aluno e ensino-aprendizagem e/ou vice-versa, é falho, pois o professor é visto como um ditador em sala de aula, e praticamente não há uma relação entre ele e os alunos, o professor que realiza este tipo de pratica apenas repassa seu conhecimento e nada mais. Assim, a aprendizagem do aluno vai depender do treino, da memorização, etc. Em resumo, pode-se afirmar que nesta prática, há uma redução do processo educativo a, exclusivamente, uma de suas dimensões: a dimensão do saber.

Mesmo com esta pratica tendo varias falhas e defeitos, não há como não dizer que não há pontos positivos nela. Esta pratica pode trazer ao aluno, muita disciplina já que a aprendizagem depende muito dela, então não haverá uma preocupação com possíveis traumas que o aluno possa ter, logo a imposição é tão forte que ser disciplinado é necessário para que o aluno não chegue a um nível considerado como uma humilhação. Tornando-se assim, um ser mais resistente e apto para enfrentar os problemas da sociedade.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Resenha do texto: Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos


Refletindo sobre modelos pedagógicos e epistemológicos

            Caro leitor, a relação ensino e aprendizagem pode ser representada por três vertentes, vamos refletir sobre elas ao longo deste breve texto, esta relação tem seu ápice em sala de aula, o principal lugar de atuação dos professores.
            A primeira vertente é " Pedagogia diretiva e seu pressuposto epistemológico", o professor se comporta de maneira autoritária, tendo um monopólio de poder, acreditando que o conhecimento deve ser "transmitido" ao aluno, o professor enxerga o aluno de cima, como se ele fosse uma folha em branco, que não tem nada escrito, onde o professor vai escrever a sua própria verdade absoluta, como se o aluno não tivesse nenhuma emoção ou sentimento prévio, o ser humano é desvalorizado neste processo, pois o aluno se torna um objeto na mão do professor.
            O professor tem um conceito prévio com relação a capacidade de seus alunos nessa situação, o docente considera que o aluno não sabe de nada, aprende somente se o professor ensinar. Ele não pode ter criticas, criatividade, curiosidades neste relação professor aluno, o aluno acaba renunciando o seu direito de pensar para se encaixar nesse sistema, desistindo de sua cidadania e de seus direitos, ele aprendeu que deve se silenciar, que não deve reivindicar e criticar, neste sistema o professor jamais aprenderá e o aluno nunca irá ensinar.
            Esta linha de pensamento é absurda, pois é imoral o professor inibir o senso crítico de seus alunos, os alunos respeitam o professor pois têm medo dele, não é porque o respeitam de fato, o docente deve exercer seu papel de educador formando criticamente seus alunos, independentemente de sua área de atuação, deve-se incentivar a capacidade de raciocínio dos alunos, neste sistema nada disso é possível.
A segunda vertente é "Pedagogia não-diretiva e seu pressuposto epistemológico", na concepção de ensino e aprendizagem denominada Pedagogia não diretiva, o papel do professor é de facilitar a aprendizagem individual dos seus alunos que já possuem um conhecimento prévio acerca dos conteúdos, ou seja, cabe ao professor não “transmitir” o conhecimento para os alunos e sim dar oportunidades para que os mesmos construam o conhecimento. A pedagogia não diretiva se baseia nas teorias de aprendizagem aprioristas, que postulam o conhecimento é algo natural e genético, devendo assim ser estimulado e exercitado, para que seja potencializado.
A pedagogia não diretiva possui uma grande influencia do liberalismo de mercado e impossibilita a ação docente direta no ensino, pois os alunos devem trilhar o caminho do aprendizado de forma autônoma e condena o aluno com dificuldades de aprendizagem a um determinismo genético de fracasso e de ignorância. A educação perde assim o seu propósito emancipador.
            A terceira vertente é "Pedagogia relacional e seu pressuposto epistemológico", como tentativa de nova proposta para o ensino, um professor leva um material para a sala de aula, supondo que os alunos tenham sobre este, algum significado (específico ou não). Em seguida, pede-se aos alunos que estes representem livremente o material exposto. A partir de tal ação, o professor inicia uma discussão.
O texto nos mostra que este professor realiza tal ação com estes alunos pois acredita, segundo Piaget, que o conhecimento novo é construído de apenas duas maneiras, através da assimilação, ou através das “perturbações”, problematizações que este aluno cria para si.
Tal professor não acredita no ensino tradicional, em que os alunos são pessoas vazias, e que ao receberem novos conhecimentos devem iniciar-se da estaca zero. Este professor se vê como um mediador entre ele e os alunos, percebe que é possível se utilizar dos conhecimentos que estes alunos já possuem, para crescimento de novos conceitos. Este professor vê a criança, o adolescente, e o adulto, seu aluno, como tendo uma história de conhecimento já percorrida, e não como uma folha de papel branco, pronta para ser escrita. Segundo Piaget, o sujeito se constrói em duas dimensões, a partir do conteúdo e da forma, Para ele, a consciência não existe antes da ação do sujeito, pois a sua consciência é construída pela própria pessoa a partir da apropriação dos mecanismos íntimos de suas ações. 
Portanto, deve-se levar em conta a bagagem hereditária e o meio social em que este aluno convive, para que o transmitir de novos conhecimentos seja mais eficaz. Ou seja, o professor acredita que os alunos sempre são capazes de aprender, mas há a necessidade de se verificar a estrutural mental do aluno, que está relacionada com sua capacidade lógica e sua condição prévia para aprender.  O professor deve, então, aprender o que cada aluno já construiu até o momento e, além disso, deve estar atento à dimensão do conteúdo.
Quando o aluno tem que aprender algo novo, há um desequilíbrio e exige que o aluno dê respostas nas dimensões do conteúdo e da estrutura. Neste processo, o professor e o aluno aprendem simultaneamente, pois ambos ensinam coisas novas um ao outro todos os dias. Nesse sentido, busca-se superar a figura autoritária do professor dentro da sala de aula, criando um ambiente fecundo de aprendizagem, de construção e de descoberta do novo. Na realidade escolar pública brasileira, essa sala de aula idealizada ainda encontra-se um pouco distante, pois o professor ainda tem um papel centra e vertical e é tido como o único detentor do conhecimento e, portanto, o único responsável por ensinar algo, enquanto os alunos apenas recebem o conteúdo e, teoricamente, aprendem.
            Em suma, o autor faz suas considerações usando quadros para comparação dos modelos pedagógicos citados durante o texto em que mostra alguns comportamentos em comum de alguns professores após a greve mudando sua forma de dar aulas, e também expõe sua ideia em relação a formação docente usando-se mais essa crítica epistemológica explanada no texto.
             Por conseguinte, o autor reforça a ideia de que a formação docente precisa incluir, cada vez mais, a crítica epistemológica fazendo  comparação da epistemologia genética de Piaget com as teorias de Paulo Freire em relação aos termos pedagógicos, onde afirma que uma proposta pedagógica, dimensionada pelo tamanho do futuro que vislumbramos, deve ser construída sobre o poder constitutivo e criador da ação humana – “é a ação que dá significado às coisas”. Mas não a ação aprisionada pelo treinamento, repetição e imposição autoritária.
            Contudo, percebemos que o professor deve pensar sempre em que profissional deseja ser e em que aluno espera formar, além de que o uso dessa técnica agregaria maior reflexão sobre as técnicas usadas em sala de aula.

domingo, 16 de agosto de 2015

Aqui está  o meu esquema explicativo da disciplina da Didática.

Mapa Conceitual - Beatriz e Larissa

Olá Pessoal, 
Segue o mapa conceitual feito por mim, e pela Larissa Guimarães. Tentamos ser bem objetivas, espero termos conseguido transmitir nossos pensamentos. 

Obrigada! Até mais :)

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Esquema Explicativo

Olá pessoal! Aqui está o meu esquema explicativo proposto em nossas aulas de didática. Até mais!

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Esquema explicativo

Oii, pessoal!!

Estou postando o esquema explicativo, feito por mim e pela Rafaela, sobre o texto da primeira aula. Espero que gostem!

                                                                                                                   
Abraços!! =)


terça-feira, 11 de agosto de 2015

Olá amigos!
Segue abaixo o mapa conceitual feito com relação ao texto da aula do dia 05/08/2015:


Abaixo segue dois mapas conceituais com relação a História da Didática:


Fonte: Google Imagens
Fonte: Google Imagens

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Bem Vindos!


Esse blog é direcionado para as atividades executadas na disciplina de Didática, nas turmas de licenciaturas da UNIFEI. Os autores das postagens futuras são: Arian Rodrigues, Beatriz Araujo, Guilherme Faria, Letícia Campos e Natália Fregonesi.